Maze Runner: A Cura Mortal – Emoção marca o encerramento da saga

O começo de 2018 traz o final da saga Maze Runner no cinema. Depois de Maze Runner: Correr ou Morrer (2014) e Maze Runner: Prova de Fogo (2015), os fãs vão poder acompanhar o final da missão de Thomas (Dylan O’Brien). O filme que encerra a trilogia, assim como os dois primeiros, é dirigido por Wes Ball. Vale lembrar que a saga é uma adaptação de 6 livros do autor James Dashner.

No final do filme anterior, o grupo formado por Thomas (Dylan O’ Brien), Newt (Thomas Brodie-Sangster), Caçarola (Dexter Darden), Jorge (Giancarlo Esposito), Minho (Ki Hong Lee) e Brenda (Rosa Salazar) é traído por Teresa (Kaya Scodelario), que entrega o local onde eles estavam escondidos para a organização CRUEL. Minho é levado por eles, e Thomas tem agora a missão de resgatá-lo e destruir de vez os planos da doutora Dra. Ava Paige (Patricia Clarkson).

Veja o trailer aqui

Filme traz bons efeitos especiais e final emocionante

A primeira cena de “Maze Runner: A Cura Mortal” traz o resgaste dos Clareanos. Para a decepção de Thomas, Minho não está entre eles, e é aí que ele decide ir até a Última Cidade para resgatá-lo e buscar respostas sobre a cura do Fulgor.

As cenas de ação foram muito bem produzidas, com destaque para o terceiro ato, que envolve um último resgate dos Clareanos que ainda estavam sob o poder do CRUEL. A duração do filme é longa (2h21min), o que traz um certo cansaço em alguns momentos, mas as cenas de ação conseguem fazer com que a atenção continue. O roteiro também é bem produzido, mantendo alta a expectativa para o desfecho da história.

Quem leu o livro sabe que existe um momento muito esperado e triste, e a boa notícia é que o diretor e os atores conseguiram passar a emoção que era necessária. A última cena do filme também emociona, representando a despedida de Thomas do passado e o início de uma nova vida para todos. Ele e as pessoas que chegaram até ali representam os sobreviventes do vírus que destruiu parte da humanidade e transformou a população em uma espécie de zumbi (conhecidos como Cranks).

No geral, a história trouxe uma reflexão muito interessante: em um futuro pós-apocalíptico, até onde valeria sacrificar a vida de alguns pela sobrevivência de todos? Se fosse necessário trair seus amigos para buscar a cura, você faria isso? Estaria disposto a ver outras pessoas morrendo caso se recusasse? Esses são questionamentos que tornaram a história um sucesso, principalmente entre o público adolescente e jovem.

Maze Runner: A Cura Mortal encerra bem a trilogia e marca o sucesso de mais uma saga adaptada para o cinema.

 

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