Planeta dos Macacos: A Guerra – Uma verdadeira obra de arte


 

Muitos críticos de renome dizem que esses grandes filmes blockbusters de Hollywood são vazios, sem conteúdo, só com barulho e explosões. Arrisco me dizer que até mesmo esses críticos pensarão diferente em relação à Planeta dos Macacos: A Guerra.

Nesse terceiro capítulo da aclamada franquia, Cesar e seus macacos são forçados a um conflito mortal contra um exército de seres humanos liderados por um Coronel implacável. Depois que os macacos sofrem perdas inimagináveis, Cesar luta contra seus instintos mais escuros e começa sua própria busca mítica para vingar sua espécie. À medida em que a jornada finalmente os coloca cara a cara, César e o Coronel se enfrentam em uma batalha épica que determinará o destino de suas espécies e o futuro do planeta.

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O filme é uma grande mistura de emoções, mas sem se perder na história. O roteiro é incrivelmente bem escrito, com claras influências aos grandes filmes de guerra como Apocalypse Now e A Ponte do Rio Kwai, com cenas de confronto memoráveis, além de se manter totalmente fiel a história original.  A fotografia é impecável, com cenas externas na floresta e na neve dignas de porta retratos.

É claro que o elenco merece todo o destaque, especialmente o mais que talentoso Andy Serkis (também de Star Wars e “Pantera Negra”). Temos aqui um Cesar já cansado das batalhas, mas ainda um líder nato. Todo o drama vivido por Cesar no filme mostra ainda mais a competência de Serkis, o que deixa mais clara toda a magnitude do personagem. Woody Harrelson interpreta um vilão digno de Cesar. O encontro entre os dois é algo pra não ser esquecido, sendo Harrelson foi um perfeito antagonista.

Planeta dos Macacos: A Guerra pode ser considerado, sem dúvidas, um dos melhores blockbusters já feitos nos últimos anos no cinema. Méritos do diretor Matt Reeves e de sua equipe que criaram não apenas um filme, mas uma obra de arte!

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